Fui até a praia e molhei os meus pés no mar. Meu útero meimpõe limitações. Há esses dias de sangue. De inchaço. De pouco humor. De uma carência tão latente que dói. Tento a reclusão e silencio. Me auto-abraço porque não sei pedir carinho. Minha parte mulher que limita me apura em outras vias. Nestes dias sou da observação e me desdobro, sensível, ao que for hostil. Depressão. É então que o amor carrega peso e reclama cuidado. Perco o fôlego. Choro. Por hora perco o foco. Esses dias passam. Mas acredito na sorte de outros dons.Vivianne Oliveira
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Sangrando
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Essa sensibilidade, discreta e forte, em simultâneo, encerra o melhor que há em nós.
ResponderExcluirSerá um prazer acompanhar a viagem deste blogue.
Bj