A corrente sublimou o fluxo incansável das ondas, não consegue voltar para trás, há pessoas. Fluem num só sentido, sem orientação plausível, percorrem os trilhos num fluxo invisível. A água salgada embate nos muros da saudade, julgando ser detentora de racional vontade, sem voltar atrás, arremessa o portão do coração, alcança a véu da mente que é arrasado com emoção.
A corrente sublimou o fluxo que, por fim, estagnou, quis ser o dono do meu fado, mas de certo que se enganou, pretendeu envolver-me na teia infrutífera do passado, como se viver o presente fosse um verdadeiro pecado!
Purifico a água corrente que percorre o meu corpo, que, do que já se foi, quer sentir-se morto! Arraso o vendaval que jaz na mente programada, construo no agora uma renovada jornada. As tempestades açoitaram-me na alma, mas, tudo se reconstrói com a devida calma! Seja no ontem, no agora, ou daqui pra frente.
Vivianne Oliveira
A corrente sublimou o fluxo que, por fim, estagnou, quis ser o dono do meu fado, mas de certo que se enganou, pretendeu envolver-me na teia infrutífera do passado, como se viver o presente fosse um verdadeiro pecado!
Purifico a água corrente que percorre o meu corpo, que, do que já se foi, quer sentir-se morto! Arraso o vendaval que jaz na mente programada, construo no agora uma renovada jornada. As tempestades açoitaram-me na alma, mas, tudo se reconstrói com a devida calma! Seja no ontem, no agora, ou daqui pra frente.
Vivianne Oliveira