Amor é pouco.
Amor acaba, degenera, adoece.
Não cabe em quatro letras e nem serve de moldura para porta-retrato.
É mais.
É uma mistura de tudo o que possa existir de mais bonito em um ser humano.
É um quadro de Monet.
É uma sensação de leveza,
É uma carga diária de vida.
Não é amor, ganha.
É um choro repentino,
Uma alegria inacabada,
Uma vontade de ganhar o mundo porque, inconscientemente,
Sabe-se da segurança do para-quedas.
É um domingo barulhento, uma letra bonita, uma surpresa.
É uma escolha dita e redita.
Não é amor, é a própria vida.
É uma certeza que chega a doer de tão bonita.
É um carinho que inunda os olhos.
É uma crise de riso.
É aprender a admirar o outro pelos detalhes.
Não é amor, é o alfabeto inteiro.
É rezar, baixinho, para que o sono seja tranqüilo
E que os santos e axés estejam, parados, observando como os dois são lindos.
É uma proteção sem culpa. É um diálogo com abraços.
É um silêncio que acalma.
Não é amor, é imenso.
É uma viagem a uma praia distante.
Um poema de Drummond. É uma dedicação desmedida.
Uma ida sem volta. É luz.
Não é amor, é uma sensação divina.
É um agradecimento diário, uma inveja alheia. São duas coisas que
brilham tranquilas, sem medo.
É um mundo de problemas facilmente solucionáveis.
Não é amor, é entrega.
São as lágrimas que caem agora só para desafogar.
É onipresença, equilíbrio, moradia.
É felicidade na sua melhor forma.
É uma sorte.
Não é amor, ultrapassa.
Fonte Site: aclarameninaclarablogspot.com
segunda-feira, 23 de maio de 2011
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Escrevi, mas não mandei!
Goiânia, 20 de Abril de 2010.
Querido,
São as verdades que você detesta ouvir que insisto em deixar bem claras para você. São as situações, os rótulos e os nossos estados diante daquilo que não nomeamos que eu exponho a todos os ventos que chegam a tua casa. Te respondo com as mesmas perguntas de quem não tem nada o que fazer e tenta inflar o ego com o que, um dia, foi o número de telefone que mais tocava, a companhia certa e o corpo que te mantinha tranquilo. É simples, é normal, é humano.
São coisas da vida, são aquelas vontades da madrugada. E eu poderia te ignorar, te contar todas as mentiras que por ventura aparecessem nos meus dedos, inventar uma poça de culpa e apontar todas as falhas, as faltas e as necessidades que poderiam até hoje gritarem em mim.
Mas você é fraco, não compra briga, faz do silêncio o teu aliado, ao contrário de mim. É sempre essa dúvida, essa indecisão sobre os dois pra lá ou dois pra cá e termina que nem no meio você fica. Acredita em um amor imenso que não passa do chão e implora, nas tantas entrelinhas milimetricamente escritas, pelas minhas loucuras sem fim. É a minha liberdade e a minha mania explosiva, espontânea de te contar como todo dia pode ser feriado quando se tem aquela vontadezinha de vida que te desequilibra, desespera.
São coisas da vida, são aquelas vontades da madrugada. E eu poderia te ignorar, te contar todas as mentiras que por ventura aparecessem nos meus dedos, inventar uma poça de culpa e apontar todas as falhas, as faltas e as necessidades que poderiam até hoje gritarem em mim.
Mas você é fraco, não compra briga, faz do silêncio o teu aliado, ao contrário de mim. É sempre essa dúvida, essa indecisão sobre os dois pra lá ou dois pra cá e termina que nem no meio você fica. Acredita em um amor imenso que não passa do chão e implora, nas tantas entrelinhas milimetricamente escritas, pelas minhas loucuras sem fim. É a minha liberdade e a minha mania explosiva, espontânea de te contar como todo dia pode ser feriado quando se tem aquela vontadezinha de vida que te desequilibra, desespera.
Você vai, some e volta quando as coisas fogem do teu grau aceitável de realidade. E acredita, com todas as letras das quais você não sabe se usa ou não, que eu estarei aqui, sorrindo, cheirosa e linda pra te contar sobre o ontem, só pra te fazer esquecer da vida, daquela vida. Eu sou aquela coisinha boa que você não pretende esquecer, não é?
Pena, grande pena, que você é que não percebe que todo aquele amor que ousei ter era teu. Tudo era teu. Pena que você sequer entende que cada fonema, cada frase, hoje, é uma desculpa que não arranja sentido na esquina. Que assumir, de vez e de cara limpa, seria a forma mais simples de tratar do assunto.
Assumir a tua dúvida, assumir a minha vontade de ficar enquanto o mundo desmorona com meus discursos e só deixar a chuva cair sobre os nossos corpos colados. Seria mais fácil eu assumir que deitar no teu colo era a parte do dia que eu mais esperava ao invés de me mostrar tão decidida e cheia de mim durante as nossas conversas que a vida, lá fora, é mais interessante. Porque ai, talvez, eu desse espaço para você assumir claramente a sua vontade de reescrever a nossa história e mudar as falas, entender que “complexo” não era e nunca vai ser a melhor palavra para designar algo ou alguns dias que foram, para mim, inexplicáveis.
E fica nisso, sabe? Essa tua falta de coragem que se resume a mensagens instantâneas e a minha falta de paciência que se encurta a cada falta de toque. No fim, eu termino selecionando uma ou outra coisa que ainda estão depositadas nas entranhas para revidar sei lá mais o quê, até você cair em si e entender que o medo é o elemento norteador do teu ser e que mesmo assim, mesmo assim, te querer fazia parte dos meus poucos planos.
E fica nisso, sabe? Essa tua falta de coragem que se resume a mensagens instantâneas e a minha falta de paciência que se encurta a cada falta de toque. No fim, eu termino selecionando uma ou outra coisa que ainda estão depositadas nas entranhas para revidar sei lá mais o quê, até você cair em si e entender que o medo é o elemento norteador do teu ser e que mesmo assim, mesmo assim, te querer fazia parte dos meus poucos planos.
E poderíamos deixar todas as poses de lado, as dificuldades e voltar àquela cama improvisada, daquele quarto que nem nosso era. Melhor, poderíamos tirar esse futuro que nunca se realiza da gaveta e escrever por fim um texto no presente, qualquer que fosse. Seríamos mais honestos ao assumir que ainda há frio, calor, dança. Seríamos mais honestos em evitar o ponto final de um parágrafo que nem sequer sabe que foi parágrafo, sabe como é? Eu te diria todas as coisas lindas que eu guardei pra você, até quando eu achei que naqueles versos as tuas características destoavam nas rimas, até quando eu procurei, por todos os diversos sinais do teu corpo, as minhas ânsias maiores e nem sequer vi vestígios.
No entanto, eu te mostraria, amarelas ou não, as diversas folhas escritas sobre a tua forma de rir que deixam os teus olhos bem pequenininhos e a sensação que causavas quando a tua boca se aproximava da minha e todas as coisas que só tinham que ser com você. Eu me desarmaria, completa, plena. Ou não.
Ou não. Ou isso foi outra situação que eu ainda, por não querer de verdade, compreendi. Ou isso foi uma música daquelas que eu não escutava, mas que era uma das suas preferidas. Uma oportunidade perfeita, quem sabe. Um personagem para textos longos e desequilibrados. Ah, menino, são tantas as possibilidades, são tantas as versões que também se cruzavam quando, sem temor, dávamos as mãos e que perderam o motivo, a graça quando caíamos na tal da realidade.
Portanto, te escrever já não basta, de nada adianta abrir as portas porque você não vai passar do portão e eu ainda vou dizer que estou com pressa, que o mundo me chama ou qualquer outra coisa que seja mais rápida e fácil de dizer quando não se tem mais nada o que dizer. Te escrever é preencher uma folha que não será lida, não fará diferença e que, cedo ou tarde, será rasgada por ocupar um espaço alheio. Porém, está aqui. E entenda , por favor entenda que, nas entrelinhas – aquelas linhas em que eu esboço todas as verdades que não podem ser escancaradas por puro pavor do tamanho das minhas palavras e pelas distâncias absurdas que elas percorrem -, tudo o que eu preciso te dizer é que você foi e é uma das melhores coisas que me aconteceu. Mas que isso é meu. Só meu. É simples, é normal, é humano.
Se cuida.
Vivianne Oliveira
Vivianne Oliveira
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Você em Mim
O seu amor está em mim. E por isso sinto pelas minhas veias correrem o seu sangue e o meu coração pelo seu pulsa.
Sou feita de você, e se eu tiver que me fazer de mil maneiras pra ser sua eu não me importo, porque no final nada poderei ser senão toda amor. E vou sendo embalada pelo som doce de sua voz de ternura que penetra e se esconde pelos meus poros onde não há como esconder.
Sou feita de você, e se eu tiver que me fazer de mil maneiras pra ser sua eu não me importo, porque no final nada poderei ser senão toda amor. E vou sendo embalada pelo som doce de sua voz de ternura que penetra e se esconde pelos meus poros onde não há como esconder.
A gente se doa, nos vemos nos olhos, na pupila dilatada do outro e com apenas um gesto acenamos afirmativamente com os mesmos propósitos. E eu sei que há muito de você em mim, existe uma familiaridade absurda no nosso olhar, e isso para mim basta. Que eu nunca perca você de vista.
Vivianne Oliveira
domingo, 8 de maio de 2011
Escolhas
Não poderia ser melhor, não poderia ser pior, não poderia ser diferente de como está sendo agora, se este agora me convém. Liberdade sem amor não me agrada, mas há paixões, e estas sempre dão uma vontade a mais de me aventurar diante do fato de estar livre. Não me perderei no labirinto de mim mesma, me tenho aqui com todas as sensações. Se é real ou se é ideia, não importa, estou vivendo.
Só lamento pelos laços que se desfazem, pelos sentimentos que não desacontecem mas que, por alguma fatalidade ou pela falta desta - porque a falta de fatos se torna, em si, um fato - estagnam. Mas é da vida. E o fato de eu não compreender, já não faz mais com que eu me torture com o exterior.
Vivianne Oliveira
:)
Vivianne Oliveira
:)
Mudanças
Quando a mudança acontece da forma mais natural, e é bem recebida, tudo o que surge a partir dela precisa ser vivido da melhor maneira. O presente precisa ser respeitado, não misturando-o com o passado. Em outras palavras: quando todos os personagens morrem, a história acaba. A nossa história não termina agora, é apenas o começo de muitas outras histórias que virão junto. E que venha então. Eu não abro mão de nada que me remete a você.
Vivianne Oliveira
:)
sábado, 7 de maio de 2011
Desabafo
Há dias em que a melhor opção é entrar pela porta dos fundos, no estralar de dedos, no calar da noite e da alma. Por que alguns caminhos são feitos de silêncios e estradas cercadas por muros de medo que construímos no ir e vir das ondas, no parar do tempo que cada um esconde. Por isso ando ziguezagueando por ai...
O que há de chegar pousa bonito, e é na leveza dos passos que a gente finca os pés na esperança. Se cair, levanta. Se ancorar, provoca algumas quedas, improvisa algumas pontes, desamarra algumas dores e segue. Por que caminho a gente sempre tem. Difícil é não se perder nele.
E tem dias que pesam em mim como se aqui dentro eu carregasse todas as palavras que um dia foram ditas e ouvidas, vomitadas, engolidas, gritadas e caladas por mim mesma, por alguém, por todos, por tudo que um dia fui sinônimo de reciprocidade e que hoje já não sou, ao pé da letra. Como se as flores arrancadas pelo caminho da vida de outrem, agora criassem vida própria aqui dentro do meu peito, e sentissem uma necessidade de brotar em cada parte do meu corpo, mas antes disso, se perdessem ao cair dentro dos poços abissais que a vida nos cava.
Como se os abraços agora me sobrecarregassem e os beijos tivessem amortecido meus lábios. Como se em cada caminho eu tivesse dado uma parte de mim - cedo aprendi que não se pede de volta o que se dá - e se eu não dei, perdi, esqueci, e não voltei pra buscar porque acreditava que lá na frente a parte vazia seria preenchida, e foi, mas o ciclo se tornou vicioso e isso já me é cansativo. Como se a saudade me doesse, ás vezes. A saudade de mim que já não sou aquela que fui um dia, como se alguém me fizesse ser a pessoa que eu era e gostava de ser. Como se agora me sou nostalgia, ontem eu fui alguém, e em algum amanhã eu serei de novo, algo melhor.
Não é que eu tenha deixado de amar você, meu coração continua amando todos os merecidos, é verdade que algumas atitudes me remetem muito mais mais amor do que outras. Mas o meu amor por você é diferente, e não me peça explicação. E não te julgo, cobro ou faço parecer a coisa mais inadmissível do mundo. Eu simplesmente vejo essas suas tentativas de abordar o mesmo assunto com muitas pessoas ou ex-relacionamentos como um naufrágio proposital. E, veja bem, você não está errado em tentar. Mas está errado em querer que eu acredite que comigo vai dar certo de novo. Sinto muito por não acreditar.
Eu acredito no amor, no meu amor. Mas estamos bem longe de fazer um encontro entre nossas definições desse sentimento sem regras. Eu ainda te quero bem, mas te ver buscar em mim, como eu vejo, dando aqueles mergulhos fatais em busca de algo que você queria que fosse para sempre e não foi pela primeira vez, me deixa sem expectativas. E eu ainda sinto muito por te ver fazendo essas acrobacias, tentando me fazer acreditar que comigo é diferente.
Eu acredito no amor, no meu amor. Mas estamos bem longe de fazer um encontro entre nossas definições desse sentimento sem regras. Eu ainda te quero bem, mas te ver buscar em mim, como eu vejo, dando aqueles mergulhos fatais em busca de algo que você queria que fosse para sempre e não foi pela primeira vez, me deixa sem expectativas. E eu ainda sinto muito por te ver fazendo essas acrobacias, tentando me fazer acreditar que comigo é diferente.
De forma condicional, pronominal, reflexivo eu te escrevo. Não é só a rotina nada pragmática das coisas. Eu não faço letras, muito menos as digiro. Ou dirijo. A realidade nem sempre é tão real. As coisas não são tão mutativas. “Se eu chegar a partir”. Sim, porque tenho sempre essa sensação palpitando na garganta. Sempre, porque ela nunca mais saiu de lá desde que eu resolvi um dia ser sincera com o mundo. E aí não valeu de nada. E posso garantir que não é o que eu quero. Como se fosse um pressentimento.
O meu crédito já está há muito vencido. Difícil mudar certos instintos, certas inflexões.
Como você sabe, já tive saudade de infinitas coisas e pessoas. E hoje estou tendo saudade de mim. Hoje veio diferente, senti tanta saudade de quem eu fui um dia e de saber que um dia eu já fui outra. Sim, tenho plena convicção de que não sou a mesma e não me importo em admitir esse grande detalhe da minha vida. Difícil definir isso, mas meus olhos sabem muito bem.
Como você sabe, já tive saudade de infinitas coisas e pessoas. E hoje estou tendo saudade de mim. Hoje veio diferente, senti tanta saudade de quem eu fui um dia e de saber que um dia eu já fui outra. Sim, tenho plena convicção de que não sou a mesma e não me importo em admitir esse grande detalhe da minha vida. Difícil definir isso, mas meus olhos sabem muito bem.
O que me cansa é me sentir analisada todo o tempo por pessoas que nadam sabem de mim, que me julgam por vivências do seu próprio passado. Como se me testassem, como se quisessem saber o que é melhor e o que é pior, o que é igual e o que é diferente. Eu não faço isso, não uso referências nem espero superação. Eu me entrego sem querer saber o que é e o que não é. Eu recebo como vem e não procuro saber se age igual ou diferente, se melhor ou se pior. Sentir que estou sendo avaliada assim me incomoda e, de alguma forma, me faz duvidar da verdade das coisas, porque isso não se faz. A gente está tão junto a ponto disso me incomodar, nem tão separado a ponto de não me machucar.
E durante esse tempo eu aprendi a revestir com camadas de coragem o que me impede de ver pequeno. De ver ruim. Com o tempo eu aprendi que as coisas não te ferem mais como antigamente, porque é dentro de você que as coisas permanecem intactas e bonitas. Com o tempo eu aprendi que às vezes não compensa gastar tempo se doando por inteiro pra uma pessoa que não sabe se dar. Pra uma pessoa que sonha baixo e afoga as ternuras num copo de ressentimentos sem gelo.
E claro que eu sou do tipo que acha o perdão algo supremo e necessário. Mas nem por isso sei aplicá-lo muito bem na minha vida. Perdão pra mim é como uma ferramenta mecânica, não sei usar mesmo. Já fui lá, fiz uma limpeza mental, conceitual e experimental pra tentar dar moradia a esse fulano no meu coração. Mas olha, houve rejeição. Pelo jeito ainda não consegui perdoar o próprio perdão. Pois é, ele já me enganou direitinho e mágoas sobraram. Mas eu busco em Deus esse aprendizado, e tento aceitar que nada posso fazer.
Talvez isso explique minha imensa dificuldade em conseguir abstrair o passado. De novo, o passado. Mas também o futuro, porque todo mundo sabe que os dois estão tão amarrados quanto a minha cara de quem não sabe perdoar. E eu não sei perdoar a ausência e muito menos a presença - indevidas de muitos, claro. Além do mais, sou absolutamente possessiva. E isso é o ingrediente complementar para não alcançar a dádiva do perdão, e também de Deus.
Não sei falar bonito, não sei quase nada sobre um monte de coisas e também não escrevo certo (nem por linhas retas). Nem é minha intenção. Faço orações, jejum, terapia, promessas, ou outro nome que você prefira dar. Eu falo do que sinto, do que vejo, do que sei. Nem mais, nem menos.
E mais do que nunca eu aprendi nos últimos dias que o amor não é pra todo mundo. E que tem gente que não sabe amar.
Nem ando conseguindo escrever bonito. Nem conseguindo dizer o que sinto. Acho até que nem ando conseguindo sentir o que sinto. Fica só essa sensação rasa. Esse toque feito vento.
Por ora eu não quero mais lamento, não quero mais dias cinzentos, não quero mais roda presa e nem angústia. Quero alegria, porque nós podemos, sabe? E andei pensando que é até pecado ficar triste tendo tudo o que nós temos.
Por ora eu não quero mais lamento, não quero mais dias cinzentos, não quero mais roda presa e nem angústia. Quero alegria, porque nós podemos, sabe? E andei pensando que é até pecado ficar triste tendo tudo o que nós temos.
Quero é agradecer e pintar florzinhas no canto da página, porque parece até que tô desaprendendo a construir carrossel colorido com um clip, um barbante e um palito de picolé. Quero voltar a dar minhas risadas altas e rir de mim mesma. Acordar e não ter que pensar em como resolver um problema que só o tempo pode resolver.
Decidi entregar minha vida e os meus problemas pra Deus. Decidi viver.
E se porventura um dia o meu peito apertar, eu vou me lamentar e chorar sim, porque lugar de coisa ruim é do lado de fora da gente.
Vivianne Oliveira
E se porventura um dia o meu peito apertar, eu vou me lamentar e chorar sim, porque lugar de coisa ruim é do lado de fora da gente.
Vivianne Oliveira
Pueril
Minha dimensão não cabe num quarto, no espaço de um mero romance. De tão diferentes convergimos. Me choco na pele, no abraço que tento - tentacular - aliviar minha aflição. Vivo na angústia do risco de me pôr crescente e nunca hesitar o toque quando a palavra não basta. É na minha mão que eu sinto nosso acordo. Nos corpos que adornam nossa cama antes de dormir. Nas tantas vezes que sem razão demencio ao ciúme e confundo o zelo. Pueril.
Vivianne Oliveira
:)
:)
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